TURI começou como pioneiro no campo da investigação de ciências da complexidade em 1976, focalizado na evolução dos sistemas adaptativos complexos.
Para trabalhar com sistemas adaptativos, que têm limites abertos e cujos elementos são interdependentes e estão relacionados por conjunções, precisou-se trocar a abordagem sistêmica de investigação.
A investigação da complexidade não permite a experimentação artificial. Requer desenvolver ações reais enquanto se investiga e confirma a estrutura da solução.
Por isso, desenvolveu-se e utilizou-se uma metodologia de investigação unicista, de base ontológica, baseada no descobrimento da ontogênese da evolução.
Isto permitiu manejar os sistemas adaptativos como campos unificados fazendo-os razoáveis, compreensíveis e comprováveis em suas estruturas essenciais. Isto fez necessário desenvolver um Standard para esta abordagem.
O desenvolvimento do Standard Unicista foi possível graças à participação na investigação de centenas de instituições e empresas e milhares de indivíduos desde seus começos em 1976.








